| Unloved creature after hours on! |
Não, ele não sabe, não!
Do peso estagnado no meu coração!
Da ínfima súplica rumo ao apelo incisivo de um não!
Depois de entorpecido e o corpo estirado ao chão Do peso estagnado no meu coração!
Da ínfima súplica rumo ao apelo incisivo de um não!
Chegou a meio passo de confessar a dor contida no seu afeto sem curvas
Retilíneo e sem direção
Desencontrado menos pelas desdobras da linha
E mais pelo horizonte infindo da pista meio morta Desencontrado menos pelas desdobras da linha
Da rua descalçada por onde tropecei mais que ele
Talvez por isso me tenho com os pés em carne mais viva
Cada gangrena mal-curada é a indiferença a um olhar que me cerceou
Uma mulher a menos para fingir que amei
Cada truque dele enganou bem o postulado a querer-lhe homem daquele jeito!
Mas e as marcas no seu pobre peito?
Bem fiz eu? Assassino de um-quase amor verdadeiro?
É que fiquei com a vã certeza de que não há mesmo caminhos. Faz-se o caminho ao andar!
Não fiz castelos com as pedras presas ao chão!
Acostumei os pés à dureza do impacto na travessia, então!
Não, ele não sabe, não!
De como o seu eu se estagnou no meu coração!
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